Tudo que vai, volta.

Bom, nem tudo, claro. Já dizia o provérbio chinês: “Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.” Mas, aqui, nessa proposta de investigação, o movimento só vale se for… E depois voltar.

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“Tudo que vai, volta”, na verdade, nem chega a ser o nome desse trabalho, é mesmo um motivo de movimento. Uma tarefa, uma restrição, um mote. Pode chamar como quiser. A curiosidade é por encontrar possibilidades de reversão do movimento. Nesse sentido, o vídeo se tornou uma ferramenta muito importante dentro do estudo: ver o movimento revertido virtualmente trouxe também novas qualidades para esse corpo que se move e, além disso, foi possível notar que alguns “tipos” de movimentação se tornam mais instigadores no retroceder do que outros.

O processo ainda é longo, visto que o nível de precisão desses movimentos é bem alto: acumulação, relação com a gravidade, direções no espaço, tônus, mudança de ritmo/velocidade, etc. Nesse caminho, conto com a colaboração e orientação da Paola Vasconcelos, da Julia Ludke, do Fernando Faleiro e do Diego Esteves, aos quais agradeço desde agora por terem aceitado meu convite. Nessa 5a edição do DESDOBRAMENTOS, apresentarei um primeiro fragmento desse trabalho que se pretende longo e minucioso.

Abaixo, algumas das referências e inspirações:

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